quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Se me vissem agora,

depois do concerto do Ney Matogrosso,
viam-me mudar de penas.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Cartinha de saudade

Já passaram quantos dias? e ainda ouço o dragão da nossa estreia no São Carlos. Eu sabia que ia gostar disto, como do fado ou mais, mas foi um belo atraso poder começar contigo. As fotografias do jantar no chinês clandestino enfim... nos ângulos mais bonitos é que eu fico nervosa.


Agora, de manhã, ouço a France Culture enquanto faço café. U la lá! Mas só nos dias em que não me atraso (e não te vou aborrecer com números). Às vezes também volto ao croissant do senhor Ulisses que, sendo gostoso, já não tem a mesma graça. Depois o trabalho, claro, mas ainda nem estou bem na terra. Desinteressa-me a crise da bolsa (a da minha, toda lógica, e a estúpida, da especulação). Penso em ti.
À noite saio, ainda não fico bem em casa. Também voltei à Karénina, estou na parte em que o Lévin vai casar com a Kiti, até ver, que o Tolstoi tem queda para a psicologia das reviravoltas, ou para as reviravoltas da psicologia. Sorrio com os olhos vesgos de sono. Gosto deste Lévin.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Atlântico e tropical

Sol anunciando chuva


Chuva refrescando o sol


Moro num país tropical

Raminho de nuvens para o Pedro Ornelas



quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Se um piolho desconhecido te oferecer uma brincadeira

isso é uma maravilha.

Lots of laughs


segunda-feira, 6 de outubro de 2008

A propósito de fotografia

Andava eu a passear na net e fui parar ao site do senhor Leonie


domingo, 5 de outubro de 2008

Foi no Domingo passado que passei à casa onde vivia a Mariquinhas


Numa caixa de esferográficas
Com o furo destapado
E o papel emulsionado
Gravei o Largo dos Trigueiros, 
Como faziam os pioneiros
Das máquinas fotográficas

Depois fizeram perguntas,
Sobre o bairro da Severa,
Alex Ovídio no micro,
Inês Valsinha no canto,
E para meu grande espanto,
Nós, “Unidos da Mouraria”,
Ganhámos a brincadeira.

Enquanto bebíamos minis
E jogávamos ténis-de-mesa
Tocou Zeca, Mariza, Gaiteiros.
A chuva apareceu de surpresa,
Pouco mais que uns aguaceiros,
E à luz dos candeeiros,
Misturados com as crianças,
Vimos filmes brasileiros.

Que Sábado, aquele Sábado,
P’las vielas da moirama,
A mesma que percorremos, 
Com Gabriela Carvalho
Uns 60 bem contados,
No Domingo passado.
Que belo fim-de-semana,
no esquecido berço do fado.




sábado, 4 de outubro de 2008

Se as rádios em Portugal tivessem bom gosto

passariam Amélia Muge

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

É Quique, é Flores

É Quique Flores!