sexta-feira, 28 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
E, per finire, uma bela receita siciliana
cosi
mas em forma de laranja (arancia), à maneira do mestre Euprémio Scarpa, metade com recheio de molho bolognese, metade com recheio de queijo flamengo, com acompanhamento de Daniele Seppe, Fabrizio de Andre, Avion Travel, Capossela, Fred Buscaglione, Elio e le Storie Tese.
mas em forma de laranja (arancia), à maneira do mestre Euprémio Scarpa, metade com recheio de molho bolognese, metade com recheio de queijo flamengo, com acompanhamento de Daniele Seppe, Fabrizio de Andre, Avion Travel, Capossela, Fred Buscaglione, Elio e le Storie Tese.
Andava eu distribuir audiolivros como se não houvesse amanhã
quando - hã, yeh - me detive no meu posto de abastecimento musical do Chiado. Obrigada Joãozinho por mais esta pérola.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
José Eduardo Agualusa lido por Fernando Alves

Próximo título da BOCA será lançado no dia 26 de Junho, pelas 18h, no Festival Silêncio,
com a presença do autor, do leitor e dos sonoplastas.

Encontro marcado com o audiolivro de Um Estranho em Goa
No Jardim dos Sons do Goethe-Institut, no Campo Mártires da Pátria, 37.

segunda-feira, 8 de junho de 2009
Rambling souls are coming
Chamam-se The Loafing Heroes, têm dois discos lindos e estarão em digressão por Lisboa e arredores em Setembro. Convites para concertos aceitam-se. Mais coisinhas aqui.
domingo, 7 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
E o que é uma chuvinha?

Nada temeis, bravos vindouros. Ontem o dia também choveu e a noite foi o que foi. Bem boa! Hoje há futebol (Portugal-Albânia) e JP Simões, mais os imponderáveis do costume. Aqui ficam alguns contributos modestos para o cesto das fotos (rápidas fugas do meu posto na barraquinha de cerveja). Há melhor aqui.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Há festa na Mouraria

Amanhã às 20h começa o Arraial do Largo da Rosa, onde o bailarico e a bifana vêm acompanhados de patanisca de sardinha, salada de manjerico e iguarias de muitos países, e a música popular portuguesa faz par com o genuíno forró junino, fanfarras e guitarradas e os novos clássicos de JP Simões. Já o Marceneiro dizia, e com razão.
Mais informação em www.renovaramouraria.pt
terça-feira, 2 de junho de 2009
Vai mas não apanhes com os copos, como diria a minha querida mãe

O cartaz é de colheita serpiana.
p.s. e parece que a seguir vai de "ocupar o coreto", pelo menos
meia-dupla (ou é o simão ou o garfunke) - diz que vai lá "fazer uma coisa", dia 11, das 18h às 23h, no Jardim da Estrela. Alguma bela "patetada", como diria, por seu turno, excelso tradutor-intérprete residente em Bruxelas.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Há outras razões
mais físicas, mais etéreas, futuras e antigas, mas basta ele dizer que foi passajar na floresta (umas vezes vê cabalinhos, outras descobre murcelagos), que está uma tempesta ou que lhe enquento o coração, para me derreter, mais aos 2000 quilómetros de distância.
terça-feira, 10 de março de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Logo para começar: o senhor Baguinho
A imaginação popular de Fernando Baguinho
Assinou centenas de quadros mas não é pintor. Escreveu outros tantos poemas mas não lhe chamem poeta. “Nunca li um livro de poesia. Sou poeta popular, escrevo o que me vem à cabeça, coisas da vida real.”
Gosta de ironizar e é assim que reage aos desmazelos políticos, à saudade, à demolição do Martim Moniz nos anos 40 e 50, que não se cansa de censurar, todos estes anos depois. “Censuro muito, até em relação às mulheres, ou a mim próprio”, exemplifica, citando-se numa enigmática passagem em que alude à reputação de “aldrabões” de que gozam os sapateiros: “Eu sou o catedrático das profissões/ todas elas são a minha/ sapateiro”.
Qual é a arte de Fernando Baguinho, 74 anos, nascido, casado e vivido na Mouraria, sapateiro desde os nove e sem mais ensino do que a instrução primária? É pegar em fotografias, recortes, fotocópias, colá-los no centro de uma tela, que pode ser um pedaço de madeira, escrever por baixo os versos que lhe ocorrem e decorar o conjunto com geometrias desenhadas a marcador sobre fundo de cartolina, tudo muito bem emoldurado.
O “entretém” das horas mortas do trabalho, que a televisão aborrece ainda mais, animou-lhe os últimos 25 anos, todas as tardes, e merece bem a exposição que inaugura no dia 1 de Março, às 16h - o primeiro acto da Festa de Aniversário da ARM, que incluirá tertúlia fadista com João Penedo, Marco André e Ricardo Rocha, génio da guitarra portuguesa.
O fado e os fadistas que tão bem conhece, os pregões desaparecidos e as figuras típicas, os reis e a história de Portugal, a Mouraria dos seus tempos de mocidade dão tema à inspiração de Baguinho, poeta popular, bairrista e tudo.
Local: Forno do Alfarrabista, Beco dos Cavaleiros, 7-13.
Assinou centenas de quadros mas não é pintor. Escreveu outros tantos poemas mas não lhe chamem poeta. “Nunca li um livro de poesia. Sou poeta popular, escrevo o que me vem à cabeça, coisas da vida real.”
Gosta de ironizar e é assim que reage aos desmazelos políticos, à saudade, à demolição do Martim Moniz nos anos 40 e 50, que não se cansa de censurar, todos estes anos depois. “Censuro muito, até em relação às mulheres, ou a mim próprio”, exemplifica, citando-se numa enigmática passagem em que alude à reputação de “aldrabões” de que gozam os sapateiros: “Eu sou o catedrático das profissões/ todas elas são a minha/ sapateiro”.
Qual é a arte de Fernando Baguinho, 74 anos, nascido, casado e vivido na Mouraria, sapateiro desde os nove e sem mais ensino do que a instrução primária? É pegar em fotografias, recortes, fotocópias, colá-los no centro de uma tela, que pode ser um pedaço de madeira, escrever por baixo os versos que lhe ocorrem e decorar o conjunto com geometrias desenhadas a marcador sobre fundo de cartolina, tudo muito bem emoldurado.
O “entretém” das horas mortas do trabalho, que a televisão aborrece ainda mais, animou-lhe os últimos 25 anos, todas as tardes, e merece bem a exposição que inaugura no dia 1 de Março, às 16h - o primeiro acto da Festa de Aniversário da ARM, que incluirá tertúlia fadista com João Penedo, Marco André e Ricardo Rocha, génio da guitarra portuguesa.
O fado e os fadistas que tão bem conhece, os pregões desaparecidos e as figuras típicas, os reis e a história de Portugal, a Mouraria dos seus tempos de mocidade dão tema à inspiração de Baguinho, poeta popular, bairrista e tudo.
Local: Forno do Alfarrabista, Beco dos Cavaleiros, 7-13.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Excitar a cidade
Há umas poucas de horas vários grupos e associações apostados em melhorar a vida das colectividades em que se inserem apresentaram uns aos outros as respectivas experiências no terreno. O encontro foi promovido pelo Centro Social da Mouraria no âmbito dos chamados "The C Days - Encontros sobre a nova comunidade", sob o tema "Como activar uma comunidade?".
Veio gente do Banco do Tempo do Lumiar e do Banco de Voluntariado da Câmara Municipal da Amadora, do Trocal de Lisboa e do projecto "Contacto Cultural", do Centro Mário Dionísio e da Associação Renovar a Mouraria, à qual tenho o prazer de pertencer. Aqui e ali, lá foram surgindo esses conceitos avulsos que agora se usa a torto e a direito, importados do marketing e da economia, mas sem substância política ou filosófica.
Foi a escritora Eduarda Dionísio, fundadora da Abril em Maio (associação cultural que entre 1994 e 2004 tertuliou, debateu, editou, procurando estimular a participação das pessoas na produção cultural), quem finalmente pôs os pontos nos is. Mas com tal veemência, que o chão entre os nossos pés parecia estalar e já se abria o precipício que deixaria de um lado "os críticos da sociedade" e do outro "os que se adaptam a ela" (qual entidade separada de nós). Mas para os abismos das grandes dicotomias não me empurrem que eu não caio, nem ninguém caiu, no final.
Resumindo, acho que o C Day até correu bem, apesar de não gostar do nome. Foi bom ver questionado certo palavreado mercantiloide e paternalista, mas também acho que as pessoas às vezes falam pior do que fazem - não justifica, mas é melhor do que o contrário. E ali se viu como estamos, pouco a pouco, grupo a grupo, mais activos, de diferentes formas e em mais lugares, já não na harmonia do pequeno grupo culto que fala a mesma língua, mas na dissonância, na complementaridade, pelas mãos do mais variado people.
Afinal não temos de escolher entre a rata de sacristia e o viciado em gás lacrimogéneo. Podemos trabalhar com o "Banco de Tempo", que com o seu caricato sistema cambial converte o reformado deprimido em voluntário no ATL de crianças, e com a antropóloga que anda com os miúdos da Mouraria a desenhar o mapa da cidade tal como eles a vêem, para saber como vivem, o que lhes falta, que estão zangados com a escola e sonham trabalhar na caixa registadora do Pingo Doce.
Se isto é activar a comunidade, gritar aos ouvidos da sociedade, fazer cócegas ao colectivo ou excitar a cidade (nos seus pontos heterogéneos), dá que pensar mas não dá para parar.
Veio gente do Banco do Tempo do Lumiar e do Banco de Voluntariado da Câmara Municipal da Amadora, do Trocal de Lisboa e do projecto "Contacto Cultural", do Centro Mário Dionísio e da Associação Renovar a Mouraria, à qual tenho o prazer de pertencer. Aqui e ali, lá foram surgindo esses conceitos avulsos que agora se usa a torto e a direito, importados do marketing e da economia, mas sem substância política ou filosófica.
Foi a escritora Eduarda Dionísio, fundadora da Abril em Maio (associação cultural que entre 1994 e 2004 tertuliou, debateu, editou, procurando estimular a participação das pessoas na produção cultural), quem finalmente pôs os pontos nos is. Mas com tal veemência, que o chão entre os nossos pés parecia estalar e já se abria o precipício que deixaria de um lado "os críticos da sociedade" e do outro "os que se adaptam a ela" (qual entidade separada de nós). Mas para os abismos das grandes dicotomias não me empurrem que eu não caio, nem ninguém caiu, no final.
Resumindo, acho que o C Day até correu bem, apesar de não gostar do nome. Foi bom ver questionado certo palavreado mercantiloide e paternalista, mas também acho que as pessoas às vezes falam pior do que fazem - não justifica, mas é melhor do que o contrário. E ali se viu como estamos, pouco a pouco, grupo a grupo, mais activos, de diferentes formas e em mais lugares, já não na harmonia do pequeno grupo culto que fala a mesma língua, mas na dissonância, na complementaridade, pelas mãos do mais variado people.
Afinal não temos de escolher entre a rata de sacristia e o viciado em gás lacrimogéneo. Podemos trabalhar com o "Banco de Tempo", que com o seu caricato sistema cambial converte o reformado deprimido em voluntário no ATL de crianças, e com a antropóloga que anda com os miúdos da Mouraria a desenhar o mapa da cidade tal como eles a vêem, para saber como vivem, o que lhes falta, que estão zangados com a escola e sonham trabalhar na caixa registadora do Pingo Doce.
Se isto é activar a comunidade, gritar aos ouvidos da sociedade, fazer cócegas ao colectivo ou excitar a cidade (nos seus pontos heterogéneos), dá que pensar mas não dá para parar.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
I carried a watermelon
Há pessoas que não sabem reagir a um cumprimento. Pela minha parte já disse todos os disparates possíveis em resposta a uma cortesia, como também sou especialista em dar as boas noites logo pela manhã e já tenho agradecido muitíssimo obrigadíssimo. Compreendo bem os disparos sociais no próprio pé social.
Mas que risada e que enternecimento há bocadinho, quando um cavalheiro reformado disse à empregada da pastelaria
- está com o cabelo muito bonito,
sobre o mesmo penteado que lhe vejo há anos,
e ela, muito vermelha, respondeu
- é do frio.
Mas que risada e que enternecimento há bocadinho, quando um cavalheiro reformado disse à empregada da pastelaria
- está com o cabelo muito bonito,
sobre o mesmo penteado que lhe vejo há anos,
e ela, muito vermelha, respondeu
- é do frio.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Voltei, voltei
Amigos e amigas,
é com prazer que regresso a este modesto miradouro. Entre os motivos da ausência conta-se uma semana de férias em Marrocos, um belo país, merecedor de mais extenso comentário que postarei em breve assim a saúde permita. Adianto por ora que ninguém quis cambiar-me por camelos, para grande decepção desta "gazela", como chamam por lá à mulher estrangeira (essa persona turística da qual, por mais que queiramos - e nós queríamos - não é fácil descolar). Deserto nem vê-lo, não se pode ter tudo. Mas aproveitei a neve nas montanhas do Atlas e estreei-me no ski, em Oukaimeden. Apreciai o estilo.
é com prazer que regresso a este modesto miradouro. Entre os motivos da ausência conta-se uma semana de férias em Marrocos, um belo país, merecedor de mais extenso comentário que postarei em breve assim a saúde permita. Adianto por ora que ninguém quis cambiar-me por camelos, para grande decepção desta "gazela", como chamam por lá à mulher estrangeira (essa persona turística da qual, por mais que queiramos - e nós queríamos - não é fácil descolar). Deserto nem vê-lo, não se pode ter tudo. Mas aproveitei a neve nas montanhas do Atlas e estreei-me no ski, em Oukaimeden. Apreciai o estilo.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Mas o que é isto? Mas o que não é isto?

- Ó vizinho, olhe que isto são as Janeiras!
- As asneiras?
- As Janeiras, homem, mais os gaiteiros!
- E as gaiteiras...
- Gaita, que cantam bem, estes moços!
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
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